para compartilhar sabores e lembranças olfativas daqui e de outras terras...como o nhoque da nona, o arroz com bacalhau de vovô, as almondegas de minha mãe, o risoto de linguiça do meu pai, o thanksgiving dinner da mammy, o german chocolate cake da cindy, o doce de leite de tia mercedes, o doce de cidra da aninha, o doce de mamão da célia, o doce de pera da margarida, as pimentas da celha, os bolos da semiramis, os patês da rosana e por ai vai....


Mostrando postagens com marcador D. Odete. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador D. Odete. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

saudades, pães e panetones


escolhi o dia de hoje para fazer a postagem desta fornada.
o dia que em minha mãe faria 81 anos!
no ano passado, numa quarta feira super calorosa, eu estava ocupada fazendo massas e correndo com os preparativos para comemorar o aniversário da minha mãe, afinal 80 anos, ainda mais depois de um ano muito difícil, teria que ser comemorado de alguma forma.
bem, como a situação estava muito instável, resolvemos somente pela manhã, comemorar no próprio  dia 12 os 80 anos da D. Odete, ela  vinha  muito debilitada, mas, surpreendentemente, na semana do aniversário estava  bem.
resolvemos por surpreende-la em casa, dividimos as tarefas, combinamos de chegar todos juntos, combinei com a cuidadora para deixar a mesa preparada, tudo arrumadinho.
quero aqui, deixar o registro da felicidade imensurável visível no seu semblante quando se deu conta de que estávamos todos lá, os filhos, o genro, ex noras, namoradas, maridos novos da noras, netos, bisnetos e agregados, enfim todos reunidos em torno da sua mesa, todos lá rendendo homenagem aos seus 80 anos e brindando a vida. 
ela estava muito feliz, feliz de verdade.

naquele dia eu tive a intuição de que provavelmente seria a ultima vez que estávamos todos lá, junto dela desfrutando da sua presença..
a minha intuição se concretizou mais rápido do que eu esperava, infelizmente, logo em seguida, uma semana depois, a saúde dela foi se complicando cada dia mais, pioras e  sequências de novas situações sempre de muita gravidade. ela não resistiu, cansou de lutar.

hoje quase um ano após sua passagem, tenho  certeza de que neste momento, ela está melhor em outro plano, longe da dores e do sofrimento.
nós, os familiares, estamos confortados, ficar presa a uma cadeira de rodas, pós uma amputação parcial, não combinava de jeito nenhum com a minha mãe, que sempre foi uma mulher ativa, vigorosa, geniosa, adiante do seu tempo, uma mulher que tinha um coração imenso, mas que jamais aceitou a dificuldades que a saúde debilitada lhe impunha.
como ela sempre dizia, não chorem por mim, lembre-se de mim, como uma pessoa que fez o que desejou, viveu com rebeldia e amou incondicional os seus.
agora nos resta a eterna saudade e a paz no coração de ter feito por ela, o melhor, em todos os momentos, ainda que ela nem sempre pensasse assim.
R.I.P. D. Odete! 



ela adorava pão temperado


fiz vários pães pull apart


calabresa, cebola, pimentão, alho, orégano


panetone caseiro de frutas e pães encheram o forno



bem moreninho com ela gostava


a receita você poderá encontrar aqui



ou aqui


mais um, ainda bem que fiz vários, quase não sobrou nada!


Bookmark and Share
Print Friendly and PDF

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

a D. Odete partiu

o ciclo encerrou...
a D. Odete passou para outro plano mas deixou marca indeléveis nesta vida.















foi teimosa até o fim, teimou em viver mais e mais e somente se rendeu quando o corpo físico lhe tirou todas as possibilidades de luta.
foi uma brava guerreira, ela amava viver. viveu longa e intensamente.
ela foi uma mulher pioneira, lutadora, determinada, exagerada, abusada, corajosa, desafiadora, exigente, requisitante, controladora e amorosa, uma mulher de extremos.
ora gostava de uma coisa e logo mais detestava, era inquieta e imediatista.
tinha urgência em viver.
tinha um coração imenso e acolhedor mas sabia ser doce e ardida como somente ela poderia ser.
durante sua longa vida travou duras batalhas com sua saúde, ignorou precauções.
tinha uma língua afiada e falava o que lhe vinha a cabeça, sem pudores.
era capaz de gestos surpreendentes, de perdões inesperados.
amava os animais, adotou todos tipos de bichos, cães, gatos, papagaios, pôneis, porcos, macaquinhos e até um tatu. quase todos tinham nome de gente por ex:  hugo, fafá, carolina, sofia, vitório... os considerava companheiros.
teve muitos amigos, ajudou muita gente, gostava de estar rodeada de gente, foi uma pessoa especial. uma pessoa singular.
ela foi artista e arteira. 
mais arteira que artista.
a D. Odete vai deixar muitas saudades, não apenas para nós que temos laços de sangue mas também para aqueles que ela conquistou com sua amabilidade e desprendimento.
agora ela não nos pertence mais, ela está guardada em nossos corações e em nossa memória.
D. Odete descanse em paz !



sábado, 15 de dezembro de 2012

80 anos da minha mãe

hoje é comum ver jovens de 40 anos, senhores de 60 anos e idosos de 80 anos.
mas quando eu era menina, e lá se vão muitos anos, chegar aos oitenta anos não era tão fácil.
minha mãe chegou!
nem nas minhas melhores expectativas esperava que minha mãe vivesse tanto, a saber por todas que aprontou na vida, fazendo o bem entendia, comendo o queria, indo onde queria, sempre teimando em desprezar o diabetes, a hipertensão, os problemas renais e cardíacos, etc e tal.
o que ela sempre quis mesmo foi dormir fora de hora, comer melancia a meia noite, não usar meias no inverno, contestar cada medicamento, tomar o sorvete que não podia, e por ai vai.
pois é, os tempos mudaram. 
felizmente a medicina evolui demais e graças a Deus tem colaborado muito com ela, apesar de tudo.
ainda bem.
minha mãe, que sempre teve altos e baixos na sua saúde durante toda vida, e diante disto, chegar aos oitenta como ela chegou é uma grande vitória.
ela sempre foi uma mulher forte, voluntariosa, geniosa, lutadora, imediatista, segura de si, pioneira em muitas coisas, uma pessoa especial.
meio suas inúmeras qualidades e alguns defeitos, hoje, nesta cronica, desejo ressaltar o sua teimosia.
sim ela é teimosa, sem cerimonias.
a teimosia é tão evidente, que até acho, que é exatamente isto que a tem empurrado tão longe.
ela sempre usou a teimosia ao seu favor, para atender egoisticamente os seus sonhos, e este querer tão grande de coisas, de estar em lugares não importando como, que a fez superar tantas dificuldades, portanto, nesta altura da vida, a teimosia, deixa de ser defeito e  passa a ser qualidade.

ufa, este ano foi muito difícil.
ela passou por duras provas, mas cada dia que passava, entre muitas pioras e alguma melhora, ela sempre me falava:
preciso viver para até 2014, pelo menos.
oras, não posso perder a copa no Brasil.
quando a coisa ficava mais feia, ela dizia:
será que vai dar pra ver o Corinthians campeão, atenção, nem corintiana ela é!
será que vivo até o final da novela. aqui nem novela assistimos.
assim é ela. estabecendo metas e teimando na vida.

superou muito, ficou com sequelas, as quais teima em não aceitar.
mas está perfeitamente lucida, dando ordens e muitas vezes deixando aqueles que estão do seu lado, completamente fora do ar.
teimando com todos e com a vida.
mas o que importa mesmo, para nós, é que ela ainda está por aqui, ao nosso lado.
ela segue teimando em viver!
desejamos que ela continue assim, teimosa.
querendo mesmo, mais vida.
que assim seja, mais vida com saúde e alguma alegria.


já falei das especialidades culinárias da minha mãe em algumas postagens, tenho até um marcador D. Odete.
porém, para a postagem comemorativa dos seus 80 anos, optei por está imagem, que além do fogo, que remete a brasa e luz, tem as trufas de chocolate e camafeu de nozes, feitos por ela, quando o andador ainda não era seu fiel companheiro.

Bookmark and Share
Print Friendly and PDF

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

abobora menina, notícias e desculpas

estou muito atrapalhada nestes últimos dias.
por favor, me perdoem a falta de visitas.
a coisa andou muito complicada por aqui, a saúde da minha mãe complicou muito no ultimo  mês, na verdade os problemas começaram no finalzinho de janeiro, lesão em pé diabético, uma virose que evoluiu para desidratação, várias internações e para culminar os problemas cardíacos já existentes, ganharam força, a situação ficou delicada e foi necessária a internação em UTI para resolver.
felizmente, minha mãe é forte e saiu de mais esta, recuperou surpreendentemente rápido.
ficou mais alguns dias no quarto e agora, felizmente já está em casa, na casa dela, sob os cuidados de uma cuidadora. 
esta  situação facilita em parte, tem alguem direto cuidando dela, alivia a preocupação, mas não o trabalho.
quem continua correndo sou eu, daqui para lá e de lá pra cá. 
desnecessário dizer que estou esgotada com tudo isto, porque além dela ser forte, ela tem um gênio forte, forte demais, que com a idade vai ficando cada vez mais evidente.
preocupação e  paciência tem sido o tom dos meus dias!


bem, estas aboboras foram colhidas pela minha mãe, ela plantou sementes de uma fruta no quintal do meu irmão. 
na verdade plantou, ou melhor enterrou, algumas sementes numa pequena fenda, junto ao muro.
ela sempre teve mão muito boa, a safra foi enorme, mais de 60 frutos foram colhidos, acho que poderia ter sido muito maior, porque a ramagem se espalhou sobre o concreto, já que não tem terra por lá e a temperatura fica muito elevada durante a tarde, mesmo assim vingou e deu muitos frutos.

esta situação me faz refletir...
na natureza,
não importa se as condições não forem as ideais, se tem que vingar e frutificar, vinga e frutifica.
assim como a minha mãe,
quando a gente acha que tudo está perdido, ela encontra uma fenda, forças na sua imensa vontade de viver e reage.
mais uma vitória da D. Odete!
para Deus e para a natureza, nada é impossivel. 
ainda bem que é assim...

Bookmark and Share
Print Friendly and PDF

domingo, 27 de março de 2011

sorvete de coco queimado com produdos do Kit Mococa

vou postar hoje uma receita de sorvete como minha mãe faz.
a Dona Odete adora fazer sorvetes, sendo que, o de coco queimado e de limão, na minha opinião, são os melhores.
já comentei aqui que minha mãe, é uma senhorinha ativa, bem espertinha, lúcida, rebelde, bem humorada e cheia de vida no auge dos seus quase 80 anos.
quem a vê, não imagina, o tanto de problemas de saúde que ela tem, sendo que os piores são a hipertensão severa e o diabetes. ambos meticulosamente controlados com medicação, apesar dos abusos que ela faz na alimentação, os quais nega com veemência.
ela morava sozinha, sozinha não, com dois gatos , o vitorio e catita e com a poodle sofia, até o ano passado, agora meu irmão mora com ela, o que é motivo de muita reclamação, ela quer mesmo, ser sempre, senhora da situação.
ela cozinha (só o que ela gosta e não pode comer), pinta telas, borda, faz crochê e tricô e adora um passeio.
na ultima quarta feira, nos deu um susto, teve um AVC temporário, devido a PA ter subido exageradamente, outro na quinta feira e depois complicou um pouco mais com convulsões, que, conforme esclareceu o neurologista, eram de alguma forma previsíveis, já que a PA insistia em se manter em 25 por 18, isto no hospital!
surpreendentemente, ela se recuperou, está ainda um pouco confusa, mas felizmente sem sequelas aparentes. já está na minha casa, a contra gosto é claro, sendo observada pela nossa família a cada minuto.
esta descontente, pois queria mesmo, é estar na casa dela. o que neste momento não é prudente. agora aguardamos a nova TC para avaliar se houve sequelas e como será a conduta.



sorvete de coco queimado

base - no liquidificador, bater por 5 minutos 500 ml de leite, extrato de baunilha, meia xícara de açúcar e 1 colher chá de liga neutra. depois de batido levar para congelar em uma forma média, de pão de forma por 3 ou 4 horas (eu faço sempre a noite para bater de manha)

saborizar - na batedeira, picar a base, juntar 1 caixa de 200 ml de creme de leite Mococa, meia lata de leite condensado Mococa, 1 colher de café de emulsificante, quando começar a crescer juntar 50 gramas de coco ralado queimado*. depois de bem batido e bem fofo ( aprox 10 min), congelar em caixas de sorvete, tomando o cuidado para que não sobre espaço livre, para evitar a formação de cristais.

*para o limão usar 100 ml de suco e raspinhas

sábado, 18 de julho de 2009

riggatonne

mais uma da D. Odete...,
ela veio almoçar aqui em casa e trouxe este prato, na verdade esta massa traz muitas lembranças e saudades imensas daqueles que já partiram.

bem, todos nós ainda morávamos por lá, e nos almoços de domingo meus dois irmãos convidavam as namoradas, o nick e o pai iam almoçar também e sempre traziam um chianti, quando ela fazia esta massa, eu quase sempre fazia frango assado na cerveja para acompanhar, meu pai fazia o arroz, muitas vezes com linguiça, e vovô sempre chegava da feira com frutas da temporada que podia ser jabuticaba, melancia, lima da pérsia, abacaxi ou manga coquinho, tempos bons...


















riggatonne de forno

  1. cozinhe al dente o riggatonne e reserve
  2. faça uma saladinha picando em quadradinhos 300 g de presunto cozido, 200 g de ervilha frescas, 300 gramas de queijos em quadradinhos, azeitonas pretas ou verdes picadas a seu gosto
  3. bata ligeiramente 3 ovos inteiros temperados com pimenta do reino moída na hora e sal
  4. misture os ovos batidos no riggatonne
  5. num pirex fundo intercale a massa e saladinha
  6. regue com molho ao sugo ou então com 2 latas de molho pronto batidas no liquidificador com uma lata de leite
  7. por ultimo misture uma caixinha de creme de leite com parmensão ralado (neste ela misturou parmensão, muçarela e prato), salpique oregano
  8. leve ao forno baixo por aproximadamente 30 minutos
dicas:

  • você poderá usar outra massa curta de sua preferência
  • usar peito de peru ou lascas de frango, se preferir
felizmente, apesar de já estar quase beirando os 80 anos, minha mãe nunca vem prá cá sem trazer um agrado, ela sempre liga querendo saber o que precisa trazer, eu sempre digo que não precisa trazer nada, e alguém acha que ela me obedece?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

pave da D. Odete

não sei se era moda, ou se era só assim que minha mãe sabia fazer.
quando eu era menina somente este pavê que aparecia lá em casa, 
tá certo que meu pai sempre adorou estes biscoitos champanhe, 
mas ele gostava mesmo era de comer bolachas com geleia acompanhado de um bom chá de folhas de laranjas.
fiquei anos, muitos anos sem fazer um pavê destes, até que um dia destes resolvi dar cabo a uma caixa dos biscoitos que estava rolando no armário.
devo dizer foi muito bom resgatar este sabor !

pavê da D Odete

  1. monte em um pirex as bolachas umedecidas no leite com 1 colher de achocolatado
  2. faça um creme de confeiteiro básico, com leite condensado, 2 medidas de leite, baunilha, 3 colheres de sopa de amido de milho, deixe engrossar e quando estiver morno coloque uma caixinha de creme de leite, bata um pouco com o fouet e coloque sobre as bolachas
  3. aqueça uma caixinha de creme de leite e derreta nele uma barra de 200 g de chocolate, eu usei meio amargo, coloque sobre o creme de confeiteiro
  4. leve para gelar pelo menos 2 horas antes de servir

segunda-feira, 29 de junho de 2009

fireplace

final de semana, dias cinza, chuva e frio muito frio...

então, a noitinha nada melhor que acender a lareira e ficar rodeando o fogo, ouvindo o criptar da lenha e sentindo o cheirinho de cascas de laranja queimando, assim meio a toa mesmo, será que alguém tem duvida que eu iria arrumar algo ligeiro e bem gostoso para beliscar, abrir um vinho e esquecer que o dia esteve feio, que choveu e que não deu para fazer nada no jardim, melhor não duvidar mesmo, bem... quanto ao frio, que bom que estava frio, muito frio

na mesinha tinha:


  • pão francês
  • queijo
  • salsichas já cozidas
  • maçã e peito de peru
  • um vidrinho de pimenta bem ardida
  • um vidro de mostarda
  • moedor de pimenta do reino
  • molho de mel e mostarda (para cada colher de mostarda uso duas de mel)
  • coalhada seca ( coalhada caseira drenada por 24 horas e temperada com sal, pimenta, azeite extra virgem e ervas finas)
para adoçar a noite, o mimo que ganhei da minha mãe, D. Odete (no auge de seus 76 anos ela faz trufas e docinhos que são uma perdição)

  • trufas de chocolate amargo com recheio de chocolate ao leite
  • camafeus de nozes

domingo, 14 de junho de 2009

arroz doce

bem, como disse no post anterior, esta também era uma das sobremesas do almoço, eu particularmente gosto muito de arroz doce, e não posso deixar de mencionar que este doce, bem simples, me remete a infância e a uma constante implicância minha com a minha mãe,
ela sempre fez arroz doce e depois de pronto agregava gemas, muitas gemas, meu pai sempre gostou assim, eu sempre detestei assim com gemas, me recusava a comer.
o meu favorito era o branquinho, sem nada, apenas com canela, por algumas vezes minha mãe esquecia de separar um potinho e ai eu ficava triste, mas rapidamente ela dava um jeito e logo fazia um outro para mim.
hoje faço o arroz doce apenas assim branquinho e raras vezes uso leite condensado ou creme de leite, faço o arroz doce simples mesmo.
 
arroz doce

1 xícara de arroz lavado, cozido em 1 xícara de água em fogo baixo, por uns 10 minutos. deixo descansar uns 15 minutos ai então coloco leite, um pau de canela, 1 xícara de açúcar, sempre em fogo bem baixinho, vou cozinhando lentamente, agregando leite, normalmente uso entre 1 litro e 1 e 1/2 litro de leite, pra deixar bem cremoso. sirvo em taças ou num pirex, e polvilho com canela.

  • caso prefira bem doce, aumente a quantidade de açúcar
  • se preferir pode usar casquinha de limão ao invés de canela
  • se for usar leite condensado, praticamente não use o açúcar, quando estiver cozido, coloque o leite condensado
  • se for usar o creme de leite, diminua o leite na hora do cozimento
  • a toalhinha foi feita pela minha mãe para o meu enxoval... e olha que faz tempo!

domingo, 9 de novembro de 2008

almondegas da vó




frituras... não sou muito boa nisto, mas o Mah sempre me pede as almôndegas da vó, na verdade eu ia pedir para minha mãe fazer, já que frituras é com ela e faz divinamente bem, mas o meu filho me pediu tanto, quero dizer que ele pede a tantos anos (e eu nunca faço porque não gosto de fazer frituras), mas, hoje como tinha mais tempo resolvi me atrever a fazer este bolinhos rústicos de carne e batatas que meu filho tanto adora


almôndegas da vó

1/2 k de patinho moído duas vezes
4 batatas médias cozidas e amassadas
1 ovo
sal e pimenta a gosto
cheiro verde, 2 dentes de alho e 1 cebola pequena (junto tudo no processador)
1/2 xícara de farinha de rosca
1/2 xícara farinha de milho peneirada

numa tigela tempere a carne moída como os temperos e misture o ovo, em seguida as batatas amassadas, regue com azeite, depois junte as farinhas, faça as bolinhas ou do formato que preferir.
frite em óleo quente, em fogo médio. estas fiz pequenas para aperitivo.