para compartilhar sabores e lembranças olfativas daqui e de outras terras...como o nhoque da nona, o arroz com bacalhau de vovô, as almondegas de minha mãe, o risoto de linguiça do meu pai, o thanksgiving dinner da mammy, o german chocolate cake da cindy, o doce de leite de tia mercedes, o doce de cidra da aninha, o doce de mamão da célia, o doce de pera da margarida, as pimentas da celha, os bolos da semiramis, os patês da rosana e por ai vai....


terça-feira, 26 de março de 2013

pavê de bolacha e chocolate


a Páscoa está chegando e tudo que é de chocolate é bem vindo.
este pavê versátil é daqueles bem antigo, sem nenhum tipo de sofisticação, você poderá usa a bolacha de sua preferência, pão de ló, frutas secas e na cobertura de chocolate, pode ser ao leite ou amargo, mas ainda assim é muito bom.



pavê de bolacha e chocolate

monte assim:

num pirex ou forma de fundo removível

  • primeira camada de bolachas embebidas no leite com pouco de licor, usei um de amêndoas 
  • segunda camada de creme de confeiteiro receita aqui
  • terceira  camada mais bolacha embebidas no leite ( se preferir, substitua as bolachas por nozes ou amendoim triturado) 
  • quarta camada de creme de confeiteiro 
  • ultima camada creme de leite aquecido com um tablete de chocolate 
 
deixe gelar por pelo menos 4 horas e serva geladinho


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sábado, 16 de março de 2013

mousse de chocolate e maracujá da Raquel

não é novidade para ninguém que estou super atrasada com postagens no blog, os últimos meses foram duros demais.
minhas amigas e vizinhas jamais me abandonaram e sempre que possível me traziam algo para abrandar meus dias de correria intensa.
num final de sábado qualquer a Raquel trouxe uma sobremesa, que ela adora fazer e faz muito bem.
maravilhosa, simples, vistosa e saborosa.
grata demais querida amiga, seu mousse ficou delicioso!


é simples assim:
a primeira camada é um mouse de chocolate, use sua receita favorita


na segunda camada é o clássico mousse de maracujá




para finalizar creme fresco batido e a caldinha de maracujá com as sementinhas

segunda-feira, 11 de março de 2013

pao de farelo de trigo

este é um dos pães que eu mais gosto.
gosto muito da mescla de farelo de trigo e açúcar mascavo para um pão bem simples.
usei a minha  receita básica e substitui uma terça parte da farinha branco por farelo de trigo.
nesta receita usei como medida copos de requeijão, dos de vidro que a capacidade é maior.


pão de farelo de trigo
* copo de requeijão

2 copos de farelo de trigo
4 copos de farinha branca
1/4 de copo de açúcar mascavo
1/4 de copo de azeite
1 colher de sopa de sal
2 copos de água norma
1 colher de sobremesa de fermento seco biológico

misture os secos, faça uma cova e agregue azeite e a água morna, amasse e sove até que fique uma massa macia, deixar crescer até dobrar de volume, modelar os pães, deixar crescer novamente, polvilhar com farinha antes de levar ao forno.
assar em forno médio por aproximadamente 30 minutos.


  sugiro que o pão esfrie um pouco na grade antes de fatiar.


sexta-feira, 8 de março de 2013

para refletir: mulheres com Leila Ferreira


para o dia internacional das mulheres, achei oportuno compartilhar parte da palestra atribuída a jornalista e colunista mineira Leila Ferreira.
espero que gostem.

feliz dia da mulheres!!




Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas:
descomplicar.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza:
exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter. Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna.
Amizade, por exemplo.
Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas.
Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar. E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por
semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso. Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir.
Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada.
Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia.
Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria.
O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida. Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista.
Nas mesas de restaurantes, nem pensar.
Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja,  melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha. Uma sugestão?
Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada.
Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada,
seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia. E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia,
o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Brad Pitt ...
sonhar é quase fazer acontecer.
Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso:
seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares.
A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma. E, por último  (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a
palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades,
inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni.
Mulheres reais são mulheres imperfeitas.
E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.
palestra atribuída a jornalista Leila Ferreira





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quinta-feira, 7 de março de 2013

bolo de banana e aveia

com este calor infernal dos últimos dias, não tem banana que não passe, passe do ponto.
como detesto jogar qualquer tipo de comida fora, só me resta aproveitar as frutas maduras.
usei a receita dos meus muffins de banana e aveia, como as bananas eram muitas, filetei  algumas e coloquei também na cobertura, fiz uma chuvinha de açúcar e canela e levei para assar para ficar uma crostinha.















antes de servir polvilhei açúcar de confeiteiro


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domingo, 3 de março de 2013

pull apart bread com pimentão

antes de mais nada quero agradecer, de coração, todas as manifestações de carinho recebidas via blog, via fB, e mails, sms, grata por tudo.

espero em breve retomar a este espaço que tanto gosto, pois, como esperado, ainda tenho muita coisa pendente para por ordem.

bem, já perdi  a conta de quantas vezes fiz este pão que foi inspirado nas postagens das queridas Tania  e Josy, mudei recheios e apresentação e sempre foi um sucesso. aprovadíssimo!


pull apart bread
fontes:ZAKUSKAScozinhando com Josy

300 grs de farinha de trigo T 65 100 grs de farinha de trigo integral (Usei 400 grs de farinha branca) 16 grs de fermento biológico fresco 60 ml de água morna 80 ml de leite morno 60 ml de azeite de oliva
1 colher (sobremesa) de açúcar
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de orégano seco
1 colher (chá) de açafrão (não usei)
2 ovos (à temperatura ambiente


para o recheio triturei mortadela, pimentão amarelo, cheiro verde, cebola e alho.
montei o pão, não fotografei o PAP mas tanto a Josy como a Tania o fizeram, não deixem de ver as fotos.


montei em forma de pão forma, antes de levar ao forno coloquei umas lascas de queijo e assei até corar.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

a D. Odete partiu

o ciclo encerrou...
a D. Odete passou para outro plano mas deixou marca indeléveis nesta vida.















foi teimosa até o fim, teimou em viver mais e mais e somente se rendeu quando o corpo físico lhe tirou todas as possibilidades de luta.
foi uma brava guerreira, ela amava viver. viveu longa e intensamente.
ela foi uma mulher pioneira, lutadora, determinada, exagerada, abusada, corajosa, desafiadora, exigente, requisitante, controladora e amorosa, uma mulher de extremos.
ora gostava de uma coisa e logo mais detestava, era inquieta e imediatista.
tinha urgência em viver.
tinha um coração imenso e acolhedor mas sabia ser doce e ardida como somente ela poderia ser.
durante sua longa vida travou duras batalhas com sua saúde, ignorou precauções.
tinha uma língua afiada e falava o que lhe vinha a cabeça, sem pudores.
era capaz de gestos surpreendentes, de perdões inesperados.
amava os animais, adotou todos tipos de bichos, cães, gatos, papagaios, pôneis, porcos, macaquinhos e até um tatu. quase todos tinham nome de gente por ex:  hugo, fafá, carolina, sofia, vitório... os considerava companheiros.
teve muitos amigos, ajudou muita gente, gostava de estar rodeada de gente, foi uma pessoa especial. uma pessoa singular.
ela foi artista e arteira. 
mais arteira que artista.
a D. Odete vai deixar muitas saudades, não apenas para nós que temos laços de sangue mas também para aqueles que ela conquistou com sua amabilidade e desprendimento.
agora ela não nos pertence mais, ela está guardada em nossos corações e em nossa memória.
D. Odete descanse em paz !



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

pudim de leite condensado cozido

me perdoem estou em falta com vocês e com este espaço que tanto gosto.
os dias estão muito dificies, minha mãe teve uma longa internação de UTI e depois da alta se recupera na minha casa, estou sem tempo para nada.
gostaria de escrever uma longa postagem, mas não será possível. mil desculpas!
vem vi a receita deste pudim  no delicioso blog da Tereza e na primeira oportunidade reproduzi aqui na minha cozinha. aprovadissimo!!


pudim de leite condensado cozido
fonte: teretetê na cozinha

1 lata de leite condensado cozido ou doce de leite comprado pronto
3 ovos
1 medida da lata de leite
1/2 xícara de açúcar para a calda


Primeiro prepare o caramelo, derreta 1/2 xícara de açúcar em seguida acrescente 3/4 de água fervendo, cuidado para não se queimar, depois de desmanchado o açúcar desligue o fogo e coloque a calda em uma forma de pudim gire para distribuir a calda por igual e reserve.

Bata no liquidificador o doce de leite, os ovos e o leite.

Despeje a mistura na forma caramelizada e leve ao forno em banho Maria, por aproximadamente 1 hora;
Espere esfriar e desenforme.

não posso deixar de mencionar que usei
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

pão simples com soro de ricota caseira

o ano já começou e eu nem tive tempo de fazer uma postagem de inicio de ano.
foi-se o ano velho e eu continuo complicada, minha mãe segue muito debilitada, mas tenho fé um dia tudo volta ao normal.
antes de mais nada quero agradecer as visitas e os votos de feliz natal e bom ano novo.
grata de coração!

e para começar 2013...pão, o pão nosso de cada dia.
um pão super macio de soro de ricota caseira, seguramente o pão que mais sai do meu forno.
como aqui em casa nunca ficamos sem ricota, uso muito para recheios, temperadinha, nos lanches, ou seja sempre tenho soro.
e soro vira pão.

 pão de soro de ricota

4 xícaras de farinha de trigo (aproximadamente)
2 colheres de chá de fermento seco biológico
1/3 de xícara de açúcar
1 colher de sopa de sal
1/3 de xícara de óleo
1 ovo grande
200 ml de soro

misture os secos, faça uma cova e agregue o ovo, óleo e o soro, amasse e sove ate que fique uma massa macia, deixar crescer ate dobrar de volume, modelar os pães, deixar crescer novamente. 

assar em forno médio por aproximadamente 30 minutos. 

mesmo que eu não faça o pão no mesmo dia que faço a ricota, reservo o soro na geladeira e uso no dia seguinte em temperatura ambiente.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

cajú de natal e de final de ano

nestes últimos dias ando pensando muito em ciclos.
tudo na vida tem seu inicio, meio e fim.
ciclos são necessários.
são inevitáveis.
fazem parte da vida, fazem parte da natureza.
como tudo na vida, os ciclos tem dois lados e quando se juntam começa tudo de novo.

nesta postagem de encerramento de 2012 , optei por ilustrar com um ciclo de vida que nos deu muita alegria.
prometo que não ficarei triste caso você não tenha paciência de ler a postagem toda, mas caso você tenha paciência, tudo começou assim:

a um bom tempo atrás, recebi a visita da querida da D Tereza que me trouxe um delicioso doce de caju em calda, feito com caju vermelho lá do Maranhão, adorei a visita, adoramos o doce.
bem, me conhecendo como ela me conhece, me ofereceu também as sementes dos cajus para que eu pudesse planta-las
bem, não é novidade para mais ninguém que me acompanha que adoro sementes, gosto de vê-las germinar, ver vida saindo de uma semente.
confesso que caju era algo novo para mim, totalmente novo, mas pensei, vou tentar.
o primeiro passo foi secar as sementes sobre um saco de juta no chão do deck.














o processo de  secagem foi simples, apenas em local ventilado e muito sol, depois de bem secas, inciamos o segundo passo. o marido preparou garrafas pet, colocou terra da boa e plantou as sementinhas.
praticamente todas germinaram, de repente tínhamos muitas mudinhas de caju crescendo a olhos vistos.

o próximo passo foi esperar a estação da chuvas e  plantar uma das mudas viçosas no jardim.
as muitas mudas restantes acabamos doado para a vizinhança e para plantio na mata ciliar existente no nosso condomínio.
uma pena que até  momento não sei se vingaram, espero que sim!


a nossa muda vingou. dois anos depois nosso cajueiro está lindo, veio forte e robusto, apesar de não ter outra árvore por perto a polinização ocorreu sem problemas.
a floração foi maravilhosa e a produção está muito além do esperado para um pé de caju tão jovem.
de um dia para outro tem muitas frutas maduras num tom de vermelho alaranjado, frutas firmes e lindas que a natureza se encarrega em lustrá-las.


a árvore carregada de frutos foi a minha mais linda árvore de natal de todos os tempos, os frutos pendurados deram um colorido maravilhoso ao meu jardim.
ah sim, descobri também, que os pássaros daqui gostam muito de caju, ainda bem, por certo foram eles os responsáveis pela polinização.
agora eles também querem partilhar os frutos, tenho que ficar o bem atenta para colher os frutos diariamente para não serem devorados por eles.


estes frutos foram colhidos  no meio da semana e foram saboreados geladinhos no final da tarde

no outro dia muito mais frutos...

então resolvi voltar a origem de tudo, hoje pela manhã descasquei os cajus e fiz o doce em calda, aqueles doces simples de calda, típico doce para aproveitar o excesso de safra. 
a minha cozinha ficou deliciosamente perfumada e o doce ficou muito saboroso.

ah sim, guardei as sementes!
e se não fosse pelo medo da chuva, as sementes já estariam na juta no chão do deck, tudo pronto para começar um novo ciclo, mais mudas, mais árvores, mais vida!

feliz 2013, feliz ano novo, feliz tempo novo!

sábado, 29 de dezembro de 2012

sardela



familiares, amigos, seguidores, leitores, me desculpem...
mas estou  sem tempo de fazer uma postagem decente, os dias tem sido complicados.
também gostaria de ter passado no blog de cada um de vocês desejando boas festas, mas também não foi possível, uma lastima!
de qualquer forma não poderia deixar de  fazer uma postagem de encerramento de ano, na verdade, espero muito que seja, pelo menos para mim, o encerramento de um ciclo.
o ano de 2012 foi muito duro e dolorido.
que este novo ano possa ser um ano bom, pelo menos mais calmo, mais suave.
que seja um tempo novo, um bom tempo para todos nós.
feliz 2013!


sardela

2 latas de sardinha no óleo (use uma boa sardinha)
1 lata de 140 g de extrato da marca líder
1 cebola grande
alho a gosto 4 ou mais dentes
1 pimentão grande pode ser qualquer cor
1 pimenta dedo de moça sem sementes
sal a gosto

numa panela pequena coloque a sardinha com óleo, o extrato e pique grosseiramente a cebola e o pimentão, o alho coloque inteiro, leve ao fogo baixo com panela tampada por aprox 10 min e  desligue. 
deixe descansar por uns 20 minutos.
em seguida despeje no liquificador e apenas pulse.
volte para a mesma panelinha, junte azeite a gosto, aproximadamente umas 4 colheres e deixe apurar com a panela tampada, pula bastante, desligue de vez em quando e mexa, volte ao fogo até ficar na textura desejada.
antes de servir regue com mais azeite.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

escondidinho de mandioquinha

quero agradecer a todos que estiveram por aqui e no fB, para cumprimentar pelos 80 anos da D . Odete. grata, de coração, ela adorou este carinho!

bem, tenho certeza que isto já te aconteceu, especialmente, nesta época do ano, quando convidamos ou somos convidados, muitas  vezes ficamos num duvida terrível do que servir ou do que oferecer para levar.
na minha opinião, acho que os escondidinhos se prestam muito bem para isto.
pensem comigo...
são simples de serem feitos, versáteis aceitam os recheios que temos em casa, podem ser de mandioca, batata, abobora ou mandioquinha, podem ser servidos mornos ou na temperatura ambiente, não fazem aquela bagunça no transporte, podem ser servidos em pratinhos de sobremesa pois necessitam apenas de um talher e o melhor, quase sempre agradam, vários paladares.
este aqui, foi servido em casa.
a foto foi feita antes de ir para o forno, claro que esqueci de fotografar pronto.
correria.
servi como prato quente num coquetel volante e ofereci pimenta biquinho para acompanhar.
sucesso total!

escondidinho de frango e mandioquinha
  1. primeiro refogue peito de frango com os temperos que sua preferência e depois desfie
  2. faça um refogado com cebola batidinha, alho, tomates sem pele, azeitonas pretas e verde
  3. junte o frango e refogue mais uma vez
  4. deixe esfriar um pouco junte uvas passas branca e pretas (opcional)
  5. cozinhe a mandioquinha e amasse numa tigela
  6. junte requeijão cremoso, sal, manteiga, queijo ralado e creme de leite até dar um ponto cremoso
  7. unte com azeite um pirex e espalhe parte da mandioquinha
  8. coloque o frango refogado 
  9. cubra com metades de ovos de codorna
  10. espalhe salsinha picadinha
  11. cubra com o resto da mandioquinha
  12. salpique queijo ralado e leve ao forno para gratinar

sugestões de recheios
  • carne de sol e queijo coalho
  • carne moída com vagem
  • carne de panela desfiada
  • frios, cubos de tomates e queijos
  • legumes variados
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sábado, 15 de dezembro de 2012

80 anos da minha mãe

hoje é comum ver jovens de 40 anos, senhores de 60 anos e idosos de 80 anos.
mas quando eu era menina, e lá se vão muitos anos, chegar aos oitenta anos não era tão fácil.
minha mãe chegou!
nem nas minhas melhores expectativas esperava que minha mãe vivesse tanto, a saber por todas que aprontou na vida, fazendo o bem entendia, comendo o queria, indo onde queria, sempre teimando em desprezar o diabetes, a hipertensão, os problemas renais e cardíacos, etc e tal.
o que ela sempre quis mesmo foi dormir fora de hora, comer melancia a meia noite, não usar meias no inverno, contestar cada medicamento, tomar o sorvete que não podia, e por ai vai.
pois é, os tempos mudaram. 
felizmente a medicina evolui demais e graças a Deus tem colaborado muito com ela, apesar de tudo.
ainda bem.
minha mãe, que sempre teve altos e baixos na sua saúde durante toda vida, e diante disto, chegar aos oitenta como ela chegou é uma grande vitória.
ela sempre foi uma mulher forte, voluntariosa, geniosa, lutadora, imediatista, segura de si, pioneira em muitas coisas, uma pessoa especial.
meio suas inúmeras qualidades e alguns defeitos, hoje, nesta cronica, desejo ressaltar o sua teimosia.
sim ela é teimosa, sem cerimonias.
a teimosia é tão evidente, que até acho, que é exatamente isto que a tem empurrado tão longe.
ela sempre usou a teimosia ao seu favor, para atender egoisticamente os seus sonhos, e este querer tão grande de coisas, de estar em lugares não importando como, que a fez superar tantas dificuldades, portanto, nesta altura da vida, a teimosia, deixa de ser defeito e  passa a ser qualidade.

ufa, este ano foi muito difícil.
ela passou por duras provas, mas cada dia que passava, entre muitas pioras e alguma melhora, ela sempre me falava:
preciso viver para até 2014, pelo menos.
oras, não posso perder a copa no Brasil.
quando a coisa ficava mais feia, ela dizia:
será que vai dar pra ver o Corinthians campeão, atenção, nem corintiana ela é!
será que vivo até o final da novela. aqui nem novela assistimos.
assim é ela. estabecendo metas e teimando na vida.

superou muito, ficou com sequelas, as quais teima em não aceitar.
mas está perfeitamente lucida, dando ordens e muitas vezes deixando aqueles que estão do seu lado, completamente fora do ar.
teimando com todos e com a vida.
mas o que importa mesmo, para nós, é que ela ainda está por aqui, ao nosso lado.
ela segue teimando em viver!
desejamos que ela continue assim, teimosa.
querendo mesmo, mais vida.
que assim seja, mais vida com saúde e alguma alegria.


já falei das especialidades culinárias da minha mãe em algumas postagens, tenho até um marcador D. Odete.
porém, para a postagem comemorativa dos seus 80 anos, optei por está imagem, que além do fogo, que remete a brasa e luz, tem as trufas de chocolate e camafeu de nozes, feitos por ela, quando o andador ainda não era seu fiel companheiro.

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

salada da Eliane

esta salada super refrescante foi feita pela minha amiga Eliane, que faz aniversário hoje. parabéns amiga!


salada mix de folhas

agrião, alface romana, alface, mimosa, alface americana, mexerica e palmito.
tempero bem caseiro, azeito extra virgem, sal e limão.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

creme bicolor com nozes sem açucar e de caixinha

raramente compro produtos de "caixinha"...

como minha mãe é diabética e variar a sobremesa é necessário,
acabei cedendo e comprando alguns flans de caixinha.


fiz uma caixinha de flan sabor baunilha, intercalei uma farofinha feita com bolachas sem açúcar e nozes moídas, cobri com o flan de chocolate e decorei com nozes. 
simples, rápido e uma opção interessante!

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sábado, 1 de dezembro de 2012

dezembro 2012

é dezembro...


tempos 
de festas, 
de brindes,
de correrias, 
de encontros,
de celebrações.

aproveite este tempo para
para rever,
para curtir,
para reunir,
para abraçar, 
e especialmente para dizer que ama.

  
que seu tempo de festa seja muito especial!

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